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terça-feira, 28 de julho de 2015

Minha experiência: Perseguição

Acabei de ver um vídeo em que uma rapariga estava a contar a sua experiência em relação a um rapaz que a perseguir. Como já me aconteceu algo parecido ao que ela descreveu, resolvi partilhara aqui a minha "experiência".

Como a minha casa era perto da escola eu costumava ir sempre a pé de uma para a outra (devia estar no quinto ou no sexto ano). Um dia como todos os outros eu estava a caminho de casa e havia um rapaz que estava a andar de bicicleta. 

Sabia que ele era mais velho que eu, pois quando era pequena passava bastante tempo a brincar na rua e por vezes via aquele rapaz. A minha mãe tinha-me dito que o conhecia da escola e eu ainda só andava na escola primário portanto era óbvio que era mais velho.

Voltando a história:
O rapaz andava atrás de mim e cada vez abrandava mais até que começou a andar mesmo ao meu lado e na mesma velocidade a que eu ia. Começou por me dizer olá e a perguntar se estava a voltar da escola. Como era pequena e sabia que a minha mãe conhecia um rapaz acabei por lhe responder. Ao chegar a porta do prédio disse-lhe que ia para casa e o rapaz saiu da bicicleta e continuava a insistir em falar comigo, desta vez sobre a minha mãe e a perguntar se podia entrar. 

Como é óbvio abri logo a porta do prédio e depois entrei para a minha casa, pensando que já tinha acabado toda a situação. No entanto o rapaz não parava de tocar a campainha como estava sozinha em casa entrei em pânico e comecei a chorar e depois liguei para a minha mãe mas ela não atendeu. 

Como não sabia o que fazer acabei por ligar para o meu pai que depois deve de vir do trabalho para a minha casa. Durante este período de tempo o rapaz acabou por desistir mas ficou no parque que estava mesmo em frente da casa. Claro que quando o meu pai chegou foi falar com o rapaz para me deixar em paz e que não queria mais queixas minhas em relação a ele.


Depois desta situação nunca mais o vi mas soube que o rapaz tinha tentado o mesmo com uma outra rapariga.

Tive bastante sorte a minha casa ser bastante perto porque apesar de tudo lá dentro estava segura mas não consigo nem sequer pensar no que me teria acontecido se estivesse bastante longe de um sitio seguro ou se o tivesse deixado entrar. Pode parecer estúpido mas tenho a certeza que existem raparigas que o tinham deixando entrar. 


sábado, 20 de junho de 2015

Um dia na minha vida

Desta vez resolvi fazer algo diferente. Como estou praticamente a mudar todas as minhas rotinas resolvi no sábado, dia 30 de maio, fazer uma reportagem em fotos de todo o que fiz no dia. Praticamente como se vai ser possível verificar foi um dia de relaxamento. Tenho de admitir que faço praticamente sempre o mesmo todas as semanas e estou a começar a ficar seriamente farta. No entanto, continuo a adorar estes dias. É uma relação estranha!

Então assim foi o meu sábado:


Acordei as 8:30. Primeiro tive de arrumar a roupa que a minha mãe esteve a passar e aproveitei para fazer a cama.




              Depois do pequeno almoço, fui ver as novidades nas minhas redes sociais preferidas:








Não me pode faltar a música em todo o que faço, neste caso, eram do Jacob Whitesides, que é uma descoberta nova. As minhas preferidas chamam-se Let's Be Birds e Billboard:


Depois decidi começar a preparar a mala com tudo o que preciso para ir ter com o meu pai para passarmos o fim de semana juntos e depois fui tomar banho:



Depois de me vestir e de arrumar tudo na mochila fiquei a espera que o meu pai chegasse:



 Almoço e depois fomos as compras:



Ao chegar a casa do meu pai, fui para o spotify, ouvir o álbum do Shawn Mendes e aproveitei para ler uma Fanfic relacionada com os rapazes do Magcon:



Quando li todos os capítulos fui ver "The Riot Club" pela 7º vez: 



Depois resolvi ir atualizar um pouco da minha história "Sonhos de Ilusão":


Depois fui para o pc do meu pai para imprimir estas fotos para colocar no meu armário, por causa de tanto cortar acabei por fazer uma ferida no dedo e tive de andar com um penso. Ainda tenho no dedo a marca de tanto ter cortado. Pelo menos, fiquei feliz com o resultado.


Resultado:


Hora do jantar! Na casa do meu pai o jantar é sempre pão, pelo facto de ele não poder comer muito e de não saber fazer muita variedade de comida:



Depois de comer, fui ver mais videos, não estão aqui todos os que vi, mas tenho de admitir que já não era a primeira vez que os via, nomeadamente o novo videoclipe do Sammy e do Nate "Nothing to a king":




Vou fazer um vídeo acerca do Sammy Wilk e de outros, com os melhores momentos e coisas assim. Nesta fase estava a guardar nos favoritos todos os videos que encontrei dele. Para mim, que a maior parte das vezes não tenho uma vida social, nem gosto muito de sair, dá-me para fazer estas coisas. Devo ter de certeza problemas!


Depois desliguei tudo e fui lavar os dentes e  "dormir", na verdade continuei a ver videos, até acabar por adormecer.


The end.

(Isto foi divertido, vou voltar a fazer assim que tiver um dia interessante para mostrar e não este aborrecido). Tenho bastante curiosidade em saber com será a minha rotina daqui a um ano. Pode ser que ainda tenho o blog.

sábado, 30 de maio de 2015

A minha Mãe

Neste post vou falar da única pessoa bastante próxima de mim que admiro que é a minha mãe, o meu ídolo.

Sei que é um pouco cliché dizer isto mas acho que é importante quando conseguimos explicar o porquê. Está relacionado com o divórcio dela com o meu pai. Não sei se ainda acontece muito mas para muitas pessoas é quase visto como um crime, porque foi feita uma promessa perante Deus que quando se casam é necessário duas pessoas permanecerem juntas “para sempre”. Os meus avós era exatamente isto que achavam, que ela apesar de já não querer estar com o meu pai, tinha de o fazer por ser a sua obrigação. A obrigação de uma mulher.

A ideia de ser uma mulher independente era algo que para eles não existia. Portanto foi um enorme choque. No início não aceitaram e simplesmente deixaram de falar para a minha mãe que só estava a tentar ser feliz. Agora sei que não deve ter sido uma decisão nada fácil para ela e neste momento já a consigo admirar por isso. Ter de voltar a conquistar os pais não deve ter sido nada fácil, mas isto é a prova de que devemos fazer o que achamos que é melhor para nós e não o que as outras pessoas pensam que é. A nossa própria felicidade é o mais importante. Se as outras pessoas não querem entender talvez não devam continuar nas nossas vidas.
Agora já está tudo bem mas demorou bastante para que os meus avós conseguissem mudar de ideias, é o que dá viver numa aldeiazinha onde quase não existe vida e estão afastados do “mundo real”.

Uma outra razão está relacionada com o seu trabalho de ser diretora de uma escola.

Pode parecer uma profissão fácil mas só quem esta por dentro da situação é que pode realmente sentir o peso e a responsabilidade que é. Nem eu nem talvez ela própria alguma vez tínhamos pensado que a sua vida seria esta. Deixar de ser professora, que era algo que ela adorava para passar a ser algo apenas para conseguir manter um trabalho e para dar a mim e a minha irmã a melhor vida possível.

Passou a ter problemas em dormir e a estar sempre em contacto com a escola mesmo estando de férias, o que acontece imensas vezes. Estamos nós, por exemplo, na praia ou a almoçar e ela a tratar de assuntos relacionados com a escola. Pois se algo corre mal a culpa é inteiramente dela, ela é que tem de dar a cara mesmo quando não fez as asneiras.

segunda-feira, 16 de março de 2015

Amigas de Infância

Este fim-de-semana tive um batizado do filho dos amigos da minha mãe e do seu namorado. A única razão pela qual estava animada era pelo facto de que ia poder ver uma "amiga" de infância com a qual já não falava há muito tempo. Não foi nada como estava a espera. No início parecia que nunca nos tínhamos visto depois tive de ser eu a ir ter com ela e começar a conversa. Era sempre eu que tinha de falar. Se não fosse por estes amigos em comum que os nossos pais têm, de certeza que já nem nos falávamos.

 Ainda não sei porque a continuo a chama-lá amiga. Segundo o dicionário, a definição certa é: “Aquele que ama ou nos tem amizade”. Entre as duas isto não existe!

Juntas deste o infantário até ao 6º ano, depois? DISTÂNCIA! Tudo mudou. Acabamos por nos tornar apenas conhecidas.

Oficialmente perdi todos os amigos de infância. A razão? Não faço ideia. Os outros continuam a ser amigos. Fui a única que foi afastada. Ou será que fui eu que me afastei e cresci?

Elas durante toda a primária tinham sido a minha única proteção. Juntas éramos as mais "populares" e sentia-me bem junto delas.

No entanto tenho a perceção de que sempre tinha sido diferente delas. Lembro-me de uma rapariga da escola da qual ninguém gostava e eu acabei por me tornar a sua única amiga.

Costumo dizer sempre que aqueles tempos foram os melhores da minha vida. Sei agora que não é totalmente verdade. Naquela altura estava a tentar esconder a verdadeira eu.

Pensando bem, não havia muitas alternativas de amizades. É o problema das escolas pequenas, eramos apenas cinco, o que tornou normal a nossa aproximação.

Depois quando tivemos de passar para o 5º ano começamos a conhecer diferentes pessoas e assim acabamos por nos afastar até ao 7º ano, onde a nossa amizade terminou, oficialmente.

Lembro-me de uma vez em que tinha ido de férias com o meu pai e de uma noite termos ido dar uma volta, íamos a falar sobre amigos e desatei a chorar. Sem elas sentia-me completamente perdida.

Será que elas ainda se lembram daqueles tempos. Será que alguma vez sentiram a minha falta como eu senti a delas. Já desperdicei tantas lágrimas por causa delas, parece que ainda não foram suficientes. Sempre tive a sensação de que seriamos amigas para sempre. Tão ingénua que era.

Por vezes ainda penso como seria a minha vida se eles ainda fizessem parte dela.

domingo, 15 de março de 2015

Inicio das minhas aventuras

Tudo começou no dia 22 de fevereiro, tinha passado toda a tarde a ver vídeos no youtube. Houveram alguns que me chamaram a atenção, tornando-se assim a razão porque decidi criar este blog.

Na minha conta do youtube tenho uma lista chamada "Lessons/Help", onde basicamente coloco vídeos que acho inspiradores e diferentes do que estava habituada. É bom saber que ainda existem pessoas com cérebros

Como não consigo de qualquer maneira fazer vídeos para o youtube, criar o blogue foi a única alternativa encontrada. Uma maneira de colocar por escrito todos os meus pensamentos e os meus gostos. É para mim, bastante importante puder no futuro relembrar-me de quem era. Se alguém se quiser juntar nesta minha aventura, ficarei agradecida e feliz, mas nada de grandes expetativas.